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segunda-feira, abril 4

Perdoe os meus erros de concordância gramatical.


Tem uma história em minh'alma que precisa ser contada... seus mistérios devem ser revelados.
Numa tarde de um dia qualquer, uma boa notícia andarilha sussurou no meu ouvido que eu seria surpreendida pelas minhas próprias surpresas.
Achei alguém no meio de mim...
Esse alguém tava na sala, no sofá... na minha boca, no meu sorriso.
Eu nem sabia que esse alguém tava lá!

... estranho pq essa pessoa não estava lá antes... antes só havia a sala, o sofá e um sorriso numa boca sem pessoa alguma.
Agora que nada mais faz sentido, onde essa pessoa está?
Onde estão a sala, o sofá e o meu sorriso?
Faço preces incessantes... eu preciso incessante.
Peço, oro, oro.
Senhor Deus, devolva meu sossego.
Essa pessoa (do meu sorriso) tem a voz que acalma a calma, e a paz que faz a lua sair de traz das nuvens. Esse moço tem o amor que cabe certinho entre os meus dedos e os meus seios, do lado esquerdo nas minhas palavras.
O moço dono da minha inspiração.
E mesmo antes dos seus beijos, seus olhares me inspiravam.
...e Mesmo antes de seus olhares existirem em mim sei que vc era o meu poema de viver, e quando vc me olhou eu soube que a poesia tinha nome e cabelos cacheados.
Ele disse que não me ama mais e um dia a tarde se fez triste, desde então nunca mais fez sol.
A poesia some.
As noites são frias e acordo só.
Não tem mais samba... nem mesmo carnaval!
Pudera eu tocar seus lábios de novo...
Pudera Deus me devolver o sossego.
Sempre espero que alguma flor cheire melhor que seus cabelos...
mas cadê o meu sossego?

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